Felicidade Interna Bruta ganha espaço nas empresas e alcança a construção civil

Sorocaba – SP | A partir do princípio de que o desenvolvimento profissional não deve ser medido apenas pela riqueza financeira, mas também pela qualidade de vida, equilíbrio emocional, saúde mental, relações sociais, sustentabilidade e propósito, a Felicidade Interna Bruta (FIB) tem ganhado espaço entre empresas brasileiras e chegou, pela primeira vez, à construção civil.

Crédito da imagem: Grupo Planeta

A pesquisa se torna ainda mais oportuna diante da nova redação da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), em vigor desde 26 de maio de 2026, que passou a incluir fatores de risco psicossociais relacionados ao ambiente de trabalho, como sobrecarga, assédio e falhas na organização das atividades. Estudo da Harvard Business Review também aponta uma relação causal entre colaboradores mais felizes e aumento de cerca de 13% na produtividade.

A FIB aplica um questionário com temas como clima organizacional, equilíbrio entre vida pessoal e profissional, pertencimento, reconhecimento, desenvolvimento, segurança psicológica, propósito, relações interpessoais e saúde emocional. As respostas são anônimas e sigilosas. A avaliação concede até cinco estrelas, e o Grupo Planeta alcançou três. Até o momento, nenhuma empresa conquistou a pontuação máxima.

O Grupo Planeta se tornou a primeira construtora do Brasil a aderir à pesquisa. “Nós entendemos que a felicidade corporativa é uma construção diária. Ela nasce da consistência das atitudes, da confiança na liderança, da perspectiva de crescimento, dos relacionamentos respeitosos, da comunicação transparente e da percepção de justiça”, afirma a Superintendente de Gente e Gestão da companhia, Fernanda Aleixo.

Como o bem-estar organizacional se constrói de forma gradual e compartilhada, o Grupo Planeta também implementou ações para ampliar os espaços de escuta e desenvolvimento. Neste ano, a companhia iniciou a Jornada da Liderança, que dissemina a importância do autocuidado entre profissionais em funções de comando. “Nós não buscamos super-heróis, mas pessoas conscientes, equilibradas e saudáveis, capazes de liderar com autenticidade, humanidade e responsabilidade”, explica Fernanda.

O grupo também incorporou ao seu modelo de competências a “Accountability”, ou “Autorresponsabilidade”, entendida como a capacidade de assumir a responsabilidade pelas decisões e seus impactos, atuando de forma transparente, ética e consistente. A competência estimula o cumprimento de compromissos, o acompanhamento de resultados e a busca por soluções. (Fonte: OS2 Comunicação | Foto de capa: ChatGPT)

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