Brasil | Mais da metade da população mundial já vive em áreas urbanas e, até 2050, cerca de 70% dos habitantes devem morar em cidades, segundo estimativa da Organização das Nações Unidas (ONU), o que equivaleria a 5 bilhões de pessoas.
Com o crescimento dos centros urbanos e, consequentemente da verticalização das cidades, o elevador ganha protagonismo e o número de equipamentos aumenta na mesma proporção. No Brasil, são cerca de 500 mil elevadores em operação para garantir a mobilidade de milhares de pessoas todos os dias.
Assim como as cidades evoluíram, os elevadores também, e hoje temos equipamentos mais tecnológicos que atendem o mercado nas suas mais diferentes especificidades. Na área dedicada à manutenção dos elevadores não é diferente. Os recursos disponíveis também avançaram, sempre primando pela segurança das pessoas transportadas.
A capacitação técnica aliada à engenharia já nos permite prestar serviço em elevadores independente da marca, tecnologia ou idade do equipamento. Um trabalho desenvolvido por profissionais especializados que garantem a capacitação técnica nas mais recentes tecnologias para diagnosticar e resolver todo e qualquer problema técnico em elevadores multimarcas, como denominamos.
Mas, sabemos, que quando o elevador precisa de um reparo, o cliente não pode esperar, e dar uma resposta de forma ágil e eficiente é o nosso papel. Foi com base nessa realidade que desenvolvemos o MAX, uma solução de manutenção preditiva baseada na nuvem, IoT e IA.
Para fazer uma analogia, quando vamos ao médico para fazer um check-up, nosso objetivo é evitar problemas mais graves com a nossa saúde. Hoje, conseguimos aplicar esse conceito ao elevador por meio da tecnologia de manutenção preditiva.
A virada de chave está na ação baseada em dados. Com a análise de big data, os dados dos elevadores são coletados e enviados em tempo real para a nuvem e, a partir de soluções de IoT e IA, algoritmos complexos calculam a vida útil dos componentes e identificam quando uma peça necessita de manutenção antes mesmo que se perceba.
Desta forma, é possível substituir um componente e efetivamente reduzir o tempo de inatividade do elevador. Ou seja, conseguimos detectar um problema e corrigir de forma preditiva sem que o passageiro perceba.
A tecnologia também nos auxilia a diagnosticar o problema identificado e as possíveis soluções para deixar o equipamento em perfeitas condições, ampliando a atuação das equipes técnicas especializadas.
Na outra ponta, o administrador do condomínio ou o síndico, acompanham todo o processo na palma da mão, por meio de um aplicativo. Por ele, dá para saber o nome do técnico que vai atender a sua solicitação, quando ele chegou ao condomínio e encerrou o serviço com total transparência e confiança.
A integração entre a tecnologia e as equipes técnicas nos ajuda a construir pontes para que as pessoas se movimentem com segurança e para que possam contar com o elevador quando mais precisam dele. (Por Helder Canelas, Head de Serviços da TK Elevador América Latina | Fonte: Rouxinol Comunicação | Imagem: TK Elevator)
